Descoberta em 1419 por João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, a ilha deve o seu nome à profusão de madeira da exuberante floresta virgem. Actualmente é densamente povoada e grande parte dos Madeirenses, fora do Funchal, dedica-se à exploração de pequenos terrenos agrícolas, cuja extensão não ultrapassa, geralmente, os 1.000 metros quadrados. Muitos dos arraiais populares festejados por toda a ilha estão relacionados com alguns produtos da terra, tais como a cereja, a castanha, a cana do açúcar, a anona e a vinha. A produção e exportação de bananas, vinho e flores exóticas desempenham um papel relevante na economia da ilha.
A abertura do aeroporto do Funchal, em 1963 e a chegada do primeiro avião comercial à Madeira, em 1964, marcam o início do Turismo, que se tornaria a principal actividade e a maior fonte de rendimento da Ilha. A natureza exuberante e micro-clima sub-tropical têm atraído, ao longo de séculos, visitantes famosos, nomeadamente Cristóvão Colombo, a Imperatriz Sissi da Áustria, o rei Carlos I da Áustria, que foi aqui sepultado, Sir Winston Churchil e George Bernard Shaw, para citar apenas alguns.
FUNCHAL
No séc. XV as plantações e produção, em larga escala, de cana de açúcar, colocou o Funchal na rota de mercadores de diversos países. Contudo, com o declínio do comércio do açúcar, a população percebe, imediatamente, que o vinho pode salvar a economia da ilha. Ao nível do património arquitectónico e histórico, muitos dos monumentos dos séculos XV, XVI e XVII estão bem recuperados, como são os casos da Sé Catedral, a antiga Alfândega, o Convento de Santa Clara, as Capelas da Encarnação e do Espírito Santo, entre outros. Os museus merecem, igualmente, uma visita demorada e a oferta gastronómica, de animação e compras é excelente.
MAIS INFORMAÇÕES
Associação de Promoção da Madeira
www.ap-madeira.pt
Turismo da Madeira
www.madeiraislands.travel